COMPLEMENTARIES

Resistência à
mecânica e elasticidade:

A metodologia empregada foi adaptada da ABNT NBR 15691-2:2011 – Alvenaria estrutural – Blocos de concreto – Parte 2: Execução e controle de obras – Ensaio para a determinação da resistência à tração na flexão de prismas. Essa adaptação consiste em tracionar prismas através do acréscimo de carga concentrada, equidistante dos apoios, e avaliar a tensão limite que esse sistema resiste.

Resistência à
compressão e módulo de elasticidade (EM PRISMAS):

Para a determinação da resistência a compressão dos prismas, adaptou-se a metodologia da ABNT NBR 15691 – 2 : 2011 – Alvenaria estrutural – Blocos de concreto – Parte 2: Execução e controle de obras e também da ABNT NBR 12118:2011 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria: Métodos de ensaio. Já para a obtenção do módulo de elasticidadedos prismas, seguiu-se os procedimentos do item 4 da norma ABNT NBR 15961 – 2 : 2011 Alvenaria estrutural – Blocos de concreto – Parte 2: Execução e controle de obras.

Resistência à
esforços de cisalhamento (APÓS ENVELHECIMENTO ACELERADO):

Para a determinação da durabilidade, submeteram-se os corpos de prova a ciclos de aceleração de envelhecimento durante o período de um ano. A cada 6 meses verificou-se a sua performance ao serem testados para a resistência ao cisalhamento. SISTEMA DE ENVELHECIMENTO ACELERADO C-UV. O C-UV é um laboratório de simulação da força de destruição da natureza, predizendo a durabilidade relativa dos materiais expostos às intempéries. Ele possui um processo de CONDENSAÇÃO com água POTÁVEL saturada de OXIGÊNIO, autogerado pelo sistema. A TEMPERATURA de exposição dos corpos de prova é automaticamente controlada, de acordo com os programas estabelecidos para ciclos UV/CONDENSAÇÃO. Em poucos dias ou semanas o C-UV pode produzir a degradação que ocorreria em meses ou anos. Nessa degradação observa-se os efeitos destrutivos do intemperismo: calcinação, perda de cor ou brilho, turvação, perda de opacidade e plasticidade, perda de aderência/resistência, aparecimento de trincas, bolhas, etc.

Resistência de aderência
após ciclos de umedecimento e secagem:

Os ciclos de umedecimento e secagem consistem da imersão dos corpos de prova em água até a completa saturação, e posterior secagem a temperatura ambiente ou em estufa à 40ºC.

Avaliação de
ataques químicos:

Imersão de corpos de prova em soluções neutras, básicas e ácidas por um período de 07 dias. Após esse período as amostras são lavadas em água corrente e postas a secar durante 24hs em estufa a 110ºC e retiradas 1h antes da realização do ensaio de tração.